A cantora, compositora e performer drag queen lançou no início de maio (02) seu mais novo solo “Bet U Like” em parceria com a produtora sergipana Decibass Music.
Semanas antes do lançamento, Chrislops fez um trabalho árduo para divulgar essa nova fase de sua carreira.
Amadurecida e depois de alguns singles lançados em parcerias com outros artistas, a cantora nascida em Aracaju (SE), traz um projeto solo, recheado de visuais com elementos ritualísticos e uma sonoridade pop feito especialmente para marcar essa nova fase.
A artista que estreou sua carreira em 2019 com o single “Perdendo aos Poucos” e em 2022 surpreendeu o público apresentando-se pela primeira vez como drag queen a música “2ª Opção”, consolidou a carreira no cenário sergipano e ampliou sua presença em paradas LGBTQIAPN+ e manifestações culturais por todo o Estado, trazendo os feats “Desce Sobe” (2023), “Cheguei Tão Longe” (2024) e “Sentada Acelerada” (2025).
Projeto inédito ao lado da Decibass
Chrislops afirma que “Bet U Like” é seu projeto mais ambicioso até hoje. “Com conceito visual denso e uma declaração inequívoca de poder, sedução e liberdade”, descreveu a cantora em seu perfil no Spotify.
A Decibass é uma produtora artística independente de Aracaju, focada na produção de projetos musicais, direção criativa e eventos.
Responsável nessa nova fase da Chrislops, no dia 1º de maio eles organizaram uma festa para o lançamento do novo single no NarguileAju Hookah Lounge. É claro, a noite foi marcada por apresentações musicais com participações especiais e a presença de vários outros artistas locais, como, Luiz Cinnamon, Osmar Noya, Dj Cyrus e Leones.
Semanas antes, a artista havia distribuído um material misterioso e místico para a divulgação desse novo projeto e convidar o público para fazer o pre-save do single “Bet U Like”.
(Vídeo: caixa misteriosa e mística recebida na redação do Fama Show)
Além de fotos, vídeos e produções para divulgação no Instagram e outras redes sociais, personalidades artísticas e amigos da cantora receberam em suas casas uma caixa preta com a marca CRISLOPS na capa, destacado em vermelho, e um lacre da mesma cor, adesivado na sua abertura com o nome do destinatário grifado em preto.
Foto: caixa aberta para iniciação do ritual
Ao abrir a caixa misteriosa, a pessoa era convocada a participar de um “ritual” usando um frasco de areia preta, outro frasco de sangue (ambos cenográficos), um card explicando como fazer esse ritual e apresentando o QR Code para ativação do pre-save.
Além desses itens, a caixa trazia um encarte com a letra da nova música e uma sessão fotográfica divulgando imagens do clipe que também seria lançado no “You Tube”.
Papa Leão XIV diz manter autorização feita pelo seu antecessor mas não pretende ampliar esse tipo de benção.
Francisco autorizou em 2023 os padres a darem bênçãos informais a casais do mesmo sexo e fora de rituais. Isso gerou grande repercussão e diante do posicionamento inédito para o papado, bispos de alguns países se recusaram a permitir a aplicação da orientação. O Papa Francisco passou 12 anos a frente da Igreja e faleceu em 2025.
O atual pontífice elogiou a decisão, mas afirmou que o Vaticano não pretende ampliar esse gesto dentro dos rituais oficiais da Igreja. "Para ir além disso hoje, acho que o assunto pode causar mais desunião do que unidade", disse em entrevista a jornalistas em um voo papal de Malabo para Roma em 23 de abril de 2026.
O papa Leão XIV conversando com jornalistas durante viagem. Foto: ANDREW MEDICHINI/EFE/EPA/POOL
A igreja Católica ensina que relações fora do casamento entre homem e mulher são consideradas pecado e orienta que pessoas do mesmo sexo vivam em castidade.
O papa afirmou que o Vaticano faz distinção entre acolher as pessoas e reconhecer formalmente determinadas uniões, para explicar a posição pastoral da Igreja sobre o tema. A referência feita no passado pelo Papa Francisco, segundo Leão XIV, a bênçãos para todos dizia respeito â bênçãos gerais concedidas no fim das missas ou de grandes celebrações religiosas, dirigidas indistintamente aos fiéis presentes.
Para o pontífice, a unidade ou a divisão da Igreja não deve girar em torno de questões sexuais. De acordo com o Leão XIV, existem temas morais mais amplo e urgentes, como justiça, igualdade, liberdade de homens e mulheres e liberdade religiosa, que deveriam receber prioridade no debate público da Igreja.
A doutrina Católica estabelece que o matrimônio é exclusivamente a união entre homem e uma mulher e possui dois objetivos inseparáveis: o bem dos próprios cônjuges e a transmissão da vida. Segundo a Catholic News Agency, o Catecismo da Igreja Católica afirma que esses dois valores do casamento não podem ser dissociados.
Opinião de Grupos LGBTQIAPN+
A resposta da comunidade LGBTQIAPN+ e católicos em questão possui caráter misto:
Ponto de Partida e Reconhecimento: Organizações como a Rede Nacional de Grupos Católicos LGBTQIAPN+ receberam a medida como um avanço histórico rumo à inclusão. O gesto valida o pertencimento dessas pessoas na vida comunitária da paróquia.
Críticas À Limitação: Ativistas apontam que a restrição ao âmbito estritamente informal - sem direito a vestes e celebrações organizadas - sinaliza que as suas relações continuam sendo tratadas de forma secundária ou "irregular".
Demandas por igualdade: Há cobrancas contínuas para que as lideranças alterem os trechos do Catecismo que classificam atos homossexuais como intrinsecamente imorais, argumentando que a benção sem a reforma da doutrina é apenas um paliativo pastoral.
Opinião de outros Líderes Religiosos
O posicionamento do Vaticano encontra fortes divergências tanto dentro do catolicismo quanto entre outras denominações cristãs:
Dentro da Igreja Católica
Ala Progressiva: Líderes na Alemanha pressionam ativamente pela criação de livretos litúrgicos e treinamentos para formalizar essas bênçãos. Bispos como Dom Georg Batzing apoiam a criação de rituais acolhedores estruturados como expressão legítima do Evangelho.
Ala Conservadora: Bispos mais tradicionais e conferências episcopais inteiras, como o do continente africano. Rejeitam de forma contundente a proposta e recusam a aplicar qualquer tipo de benção por considerá-las uma "blasfêmia" ou uma concessão do pecado.
Outras Religiões e Denominações Cristãs
Igrejas Cristãs Liberais: Lideranças da Igreja Anglicana (Episcopal) e de ramos da Igreja Luterana que já celebram casamentos e bênçãos formais, consideram a postura de manter a informalidade excessivamente tímida e burocrática, embora reconheçam o avanço político global.
Igrejas Evangélicas Tradicionais e Pentecostais: A maioria das lideranças evangélicas mantém oposição rígida, avaliando que qualquer forma de validação, mesmo informal e individual, distorce as escrituras e os conceitos bíblicos de família tradicional.
Razões para a bênção não ser um ritual formal
A recusa em criar ritos litúrgicos oficiais ou fórmulas aprovadas para casais homoafetivos apoia-se em três pilares fundamentais da doutrina católica:
Proteção do Dogma do Matrimônio: O sacramento do matrimônio é definido exclusivamente como união indissolúvel entre um homem e uma mulher. A imposição de um rito formalizado geraria confusão litúrgica, assemelhando-se visual ou textualmente a um casamento religioso.
Definição Teológica da Benção: Rituais litúrgicos exigem que o objeto abençoado esteja em estrita conformidade com os desígnios da Criação definidos pela Igreja. As bênçãos espontâneas são aplicadas às pessoas e à busca delas por ajuda divina, e não como uma legitimação do status de sua união.
Prevenção da Desunião: A liderança do Vaticano argumenta que estender a prática para rituais formais fraturaria a unidade interna da Igreja, gerando crises políticas e cismas doutrinários profundos entre as alas progressistas e conservadoras.
Segundo G1, a diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
decidiu nessa sexta-feira (15) manter a suspensão da fabricação,
comercialização, distribuição e uso de linhas de detergentes, sabões líquidos
e desinfetantes da Ypê.
Para os diretores, por unanimidade, as medidas adotadas pela empresa foram
insuficientes. Citaram um histórico recorrente de contaminação microbiológica
e defenderam que os riscos sanitários identificados pela fiscalização ainda
não foram superados.
Por enquanto, a Anvisa suspendeu a obrigação de recolhimento imediato dos
lotes. A Ypê deverá apresentar um plano de ação baseado em análise de risco
para o recolhimento dos produtos, permitindo acompanhamento técnico e eventual
liberação gradual lote a lote.
A decisão continua valendo para todos os lotes com a numeração final 1.
Fábrica da Ypê em Amparo (SP) — Foto: Ypê/Divulgação
Dos votos dos diretores da Anvisa
Para o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, afirmou que “Não se
trata de um problema isolado, mas de um conjunto de evidências técnicas que
indicam falhas no controle do processo de fabricação”.
O diretor Thiago Campos reforçou que a análise atual tem natureza cautelar e
defendeu que, em matéria sanitária, “aguardar certeza absoluta do dano
significa agir tardiamente”.
Daniela Marreco classificou o risco sanitário como “alto e afirmou que a
reperdussão do caso gerou uma “discussão polarizada” que “não reflete as
motivações da agência”, que, segundo ela, são técnico-científicas e voltadas à
proteção da saúde pública.
Último diretor a votar, Daniel Pereira afirmou reconhecer a relevância
econômica da empresa, mas isso “não pode se sobrepor ao dever institucional da
agência na proteção da saúde pública”. Pereira defendeu acompanhamento
contínuo da Anvisa para possibilitar que a empresa retome “o quanti antes”
suas atividades.